setembro 08, 2011

Autoestima na dose certa!

Equilíbrio. Essa é a palavra-chave na hora de estimular a autoestima do seu filho. Se o estimulo for pouco, você corre o risco de ser negligente. Mas, se exagerar, poderá igualmente prejudicar seu filho. O que fazer?
A autoestima representa, em poucas palavras, o que uma pessoa sente em relação a si mesma. Engana-se quem pensa que para ter uma boa autoestima é preciso ser bonito, inteligente, ou ter dinheiro. Está no caminho certo quem aprendeu a acreditar em si próprio, a entender suas limitações, a valorizar suas habilidades, a confiar em seus valores e principalmente, a se sentir feliz sem ter de corresponder às expectativas de todos que o cercam.



Como conseqüência, uma pessoa com boa autoestima é mais feliz e tem mais chances de ser bem-sucedida em sua vida pessoal e profissional. E, mesmo que tenha que enfrentar dificuldades, essa pessoa não sofrerá tanto, pois manterá uma atitude positiva. Como se vê, esse conceito é de extrema importância, pois nele reside uma chave que abre inúmeras portas na busca da felicidade.

Por outro lado, uma pessoa com baixa autoestima se sentirá desvalorizada, terá menos iniciativa e mais dificuldades ao encarar desafios, por não acreditar que possa fazer algo bom ou útil. Além disso, ela estará mais propensa a apresentar uma série de problemas, tais como alcoolismo, bulimia, obesidade ou depressão - é claro que isso também dependerá de outros fatores como herança genética, mas não se pode menosprezar a influência da autoestima.

E as crianças?

Desde que toma conhecimento sobre sua existência, a criança começa a estabelecer uma imagem de si própria, ou seja, a construir sua autoestima. Nesse processo, a atuação dos pais é fundamental. Para a psicóloga Tânia Aldrighi, os pais precisam, antes de tudo, ter consciência do que significa ter filhos e saber lidar com a chegada deles. Os casais costumam idealizar demais esse momento e só mais tarde percebem que a responsabilidade que têm é muito maior do que imaginavam.

Em seguida, os pais devem aprimorar sua habilidade de perceber as necessidades de cada um dos filhos, de saber relacionar-se com cada um e distribuir afeto entre eles. "Pais que desenvolvem tais habilidades estarão mais aptos para acompanhar, incentivar e participar do desenvolvimento das competências de seus filhos. A participação permite que o incentivo esteja mais perto do real e, ao mesmo tempo, dá oportunidade para a aprendizagem com base na experiência", afirma Tânia.

No final da década de 60, o psicólogo norte-americano Stanley Coopersmith buscou desvendar que fatores têm influência fundamental na construção da auto-estima das crianças. Ele acompanhou o crescimento de mais de 1.700 crianças e publicou os resultados dessa pesquisa no livro The Antecedents of Self-Esteem, que logo se tornou uma referência no assunto. Coopersmith verificou que as crianças que desenvolveram boa autoestima.

Fonte: Clic Filhos | Por Carla Oliveira
Disponível em: www.clicfilhos.com.br

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